1   – Ignição e Aquecimento dos motores 

Quando o Brasil declarou guerra às potências do Eixo, em 22 de agosto de 1942, tornou-se patente a necessidade de aumentar a formação não só de pilotos, mas, principalmente, de técnicos e de especialistas para os trabalhos de manutenção das aeronaves da Força Aérea Brasileira. No período em que o nosso país esteve envolvido naquele conflito, e valendo-se dos benefícios decorrentes da Lei de Empréstimos e Arrendamentos – Lend Lease Act –, cerca de 450 modernos aviões foram adquiridos pelo governo e trazidos em vôo dos Estados Unidos para o Brasil por nossas equipagens.  

A Escola de Especialistas da Aeronáutica, criada em 25 de março de 1941 e sediada na Base Aérea do Galeão, enfrentava dificuldades logísticas decorrentes de sua própria localização, e pela falta de instalações apropriadas não tinha condições de suportar um aumento de pessoal em quantidade suficiente para atender, de forma eficaz, o quadro que se delineava.  

Assim, em 1943, o Presidente da República, Getúlio Vargas, pelo Decreto-Lei nº 5.983, de 10 de dezembro, aprova o termo de ajuste firmado, em 29 de setembro, pelo Ministro da Aeronáutica, Joaquim Pedro Salgado Filho, representando o governo brasileiro, e o cidadão norte americano, John Paul Riddle, para a cessão, organização e manutenção de uma Escola Técnica de Aviação, no Estado de São Paulo, nos moldes da Embry Riddle School of Aviation, com sede em Miami.

 

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