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| 24/08/2010 |
RENE -
lanteborda@gmail.com - de Rio |
MARAVILHOSO E ETERNO AMIGO ELIPHAS LEVI MACHADO DE MATTOS
Ficamos pesarosos pela tua impossibilidade de comparecer ao 9o. ENCONTRO DE VETERANOS DA ESPAER.
A Solenidade foi vibrante, marcante e festiva.
E ainda agora testemunho para todos os ausentes Companheiros de Turmas e Especialidades, que aqueles são Eventos imperdíveis.
Mais ainda pros ansiosos reencontrar amigos os quais fizeram da nossa Força Aerea Brasileira um paradigma diferencial, se desde aquela época de aluno, foram exemplos que passaram a nortear nosso imberbe futuro.
Fique frio, Xará, o teu GALARDÃO APOTEÓTICO, a camisa vermelha da 143, virá oportunamente, tenha a certeza.
Como és peixe, levarás duas por um só evento, também a do 9o, precinho camarada, custo zero, que camburaste em cima da hora, e que fui obrigado, por ausência, mante-la na mala.
Ela é simples, não é tão rica, e simboliza o merecimento de ainda hoje a estarmos CULTUANDO e valorizando-a, a CÉLEBRE TARJETA VERMELHA PIONEIRA DA CENTEZIMA QUADRAGÉSIMA TERCEIRA TURMA DE SARGENTOS ESPECIALISTAS DA VALOROSA FORÇA AÉREA BRASILEIRA.
Pois até onde o teu amigo René puder, e espero seja Ad eternum, ela será sempre ofertada de maneira graciosa, sem ônus, para todos os participantes e simpatizantes da mesma.
É o modo mínimo de gratidão por todas as riquezas morais adquiridas quando no seio de tão vetusta amigável confraria.
Desculpo-me com o amigo Molinari, Baluarte que a tantos auxilia, por eu ainda não ter feito chegar às suas mãos o magnífico troféu. Espero momento propício e festivo para homenagea-lo, Grande Coronel e Amigo.
No mais, aviso aos incaltos que já vejo neguinho se preparando, na moita para o próximo Evento .
A vida é festa, Xará. E se é preciso convite, corra rápido atraz do seu. Ou do meu.
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| 23/08/2010 |
ELIPHAS LEVI MATTOS -
mattaer@oi.com.br - de IGUABA GRANDE |
RENÊ E A MINHA CAMISA DO ENCONTRÃO. TÕ AGUARDANDO NOTICIAS. ABÇOS PARA O AMIGO.
LEVI (64-129) |
| 23/08/2010 |
NATHAN -
manoelflorencio@ig.com.br - de Iguaba Grande-RJ |
Viva o Brasil! Viva a Força Aérea Brasileira! Viva o Exército Brasileiro! Viva a Marinha do Brasil!
Bom Apetite! |
| 21/08/2010 |
Edson Bartolo de Oliveira -
edson.bartolo@bol.com.br - de São Paulo |
MEU PRIMEIRO VOO
Muitas e emocionantes histórias estão sendo postadas no RECORDAR É VIVER com o tema acima.
Brinde-nos com sua história postando-a no RECORDAR É VIVER. Vamos compartilhar a emoção de sua história, que é, sem dúvida, a história da FAB.
Os amigos José Gama, Nogueira e outros já postaram suas histórias.
Leiam. |
| 20/08/2010 |
Petrocchi SO Ref -
petrocchi@ig.com.br - de Florianópolis |
O MILITAR INATIVO.
Não me é muito simpática a expressão inativo quando a mesma a mim se refere. Embora até os bons dicionários a empreguem para designar que não estou mais na ativa, a mim me parece que a passagem para a reserva seria como querer relegar-me a uma situação que estou fora de um universo que sempre considerei meu. Gosto de pensar que sou militar dos pés à cabeça.
Desde a juventude acostumado às lides da caserna, sempre gostei do ambiente militar. Lá, nos intramuros castrenses, respira-se respeito, disciplina, noção de hierarquia e outras qualidades que andam muito em falta no mundo atual. À população que não tem grande conhecimento do que significa, na sua totalidade, a vida militar, pode parecer que sejamos todos apenas frutos de um rígido e interminável disciplinamento. Mas existe aí uma boa dose de verdade. É através dessa incansável vigilância na nossa maneira de proceder que trilhamos os caminhos da carreira. E essa mesma população a nós credita o mais alto grau de confiabilidade. Afinal de contas, as virtudes citadas exigem uma grande dose de doação, de desprendimento.
Mas não é difícil ser militar. Basta que aceitemos as regras que nos são dadas a conhecer nos primeiros dias dentro da caserna. Qualquer que seja o motivo do ingresso na vida militar, para qualquer dos níveis hierárquicos, desde cedo ficamos sabendo quais serão as nossas obrigações e, se nos dispusermos a cumpri-las, se concordarmos com elas, se acharmos que são boas para nós e para o nosso País, nossa caminhada será gratificante. Apenas se exige, do novo ser fardado, que bem desempenhe as tarefas que a ele forem confiadas.
Passamos mais da metade da nossa vida no quartel. Ali desfruta-se de um singular clima de camaradagem e de confiança. No mais das vezes, são amizades que duram uma vida inteira.
Mas, um belo dia, quando nos encontramos no auge da capacidade intelectual e profissional, por volta dos 50 anos, por termos completado o tempo mínimo ou por ter alcançado a idade limite para permanecer na ativa, termina esse ciclo. Uma nova realidade nos espera e nem sempre estamos psicologicamente preparados para vivê-la. O “dolce far niente” nos pega desprevenidos, sem saber o que fazer com o descompromisso que nos espera. E, se não soubermos lidar com essa nova fase, problemas existenciais ou familiares podem surgir. Com conseqüências quase sempre desagradáveis.
Deve, então, o novo “inativo”, procurar alguma coisa para preencher o tempo livre que agora tem pela frente. Se as finanças permitirem, pode aproveitá-lo em viagens do casal, conhecendo novos lugares e vendo as coisas Brasil afora ou mesmo em outros países. Pode reencetar antigos projetos de cursar uma faculdade, um curso de idiomas ou mesmo para freqüentar um curso técnico, ainda que seja apenas por diletantismo. Integrar-se numa Associação que reúna seus pares, traz a possibilidade de dar continuidade à saudável convivência que teve com os amigos grangeados durante a carreira. Entre esses, normalmente correm assuntos comuns à faixa etária e aos interesses diários.
Na verdade existem inúmeras formas para não se transformar em um “inativo”. Decidir-se por uma delas, que venha a preencher a necessidade existencial individual, fará muito bem ao corpo e à mente. Aproveite, por exemplo, para fazer coisas que a exigüidade do tempo disponível durante a vida na caserna não lhe permitia. Assuma o controle da sua vida. Descubra como é salutar poder produzir no campo pelo qual optar. Sem descuidar, entretanto, de continuar mantendo o orgulho de fazer parte de um nicho da sociedade que sempre esteve e sempre estará à disposição do nosso País.
Somos BRASIL para sempre.
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| 20/08/2010 |
WALCEMIR MEDEIROS -
walcemir@uol.com.br - de Cuiabá |
Fraternal abraço à galera da Branca 75/77.
Walcemir (TG) |
| 19/08/2010 |
Antonio Nakamura -
antonionakamura@bol.com.br - de Igarapé-mg |
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alguem da 138º me passe email |
| 18/08/2010 |
José Gama -
jdergama@oi.com.br - de Belém-PA |
Prezado Cel Carlos Helmold - Saudações
Realmente o senhor tem razão, deixemos a "carruagem" seguir
Rio de Janeiro, que continua cidade linda e Maravilhosa apesar
de momentos tristes que a acometem vez por outra.
Em julho pp. após 30 anos, voltei a esse belo lugar que já conhecia de priscas éras. O panorama mudou muito para melhor porém, os lugares antigos continuam e por isso não me perdi na cidade.
O prédio em que residi próximo ao Cine Império já não existe mais, a Cinelandia me pareceu um pouco triste, pouca gente no Amarelinho que era meu ponto certo. Vislumbrei uns cazacudos à frente do Teatro Municipal mas não me demorei, a idade faz que se fique temeroso na noite e, segui logo para o Hotel lá mesmo na Cinelândia.
É prazeiroso recordar os bons tempos muito embora, ele (o tempo) continue muito bom p!ra mim.
Um respeitoso abraço.
José Gama
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| 18/08/2010 |
Carlos Helmold -
chelmold@terra.com.br - de Rio de Janeiro |
Prezado Jose Gama!
Como ja disse em post anteriores tambem sou da epoco da maquina de escrever, telex etc.. etc., visto que minha origem vem de S1 Q EA DT AU, tendo ainda saido da EEAer nos idos da decada de 50 e portanto é justificavel que cometamos erros de falha de dedometro e não de pensamento ou de cerebro, potanto amigo não liga para isso não, pois falhas todos nos cometemos assim como de vez em quando comemos alguns caracteres, mas que pelo sentido da frase certamente os amigos reservonautas irão compreender o sentido e a logica do que queremos expressar, portanto não se aporrinhe por estas falhas.
Um forte e fraternal abraço.
Helmold TCel Inf Aer Rf. |
| 18/08/2010 |
Carlos Helmold -
chelmold@terra.com.br - de Rio de Janeiro |
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