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25/04/2010 Dimitrie - - de Belém
Olá Gama, só para lembrar, servi com o Amaral em Manaus e o apelido dele era "meu amigo". Toda conversa dele sempre começava com um "meu amigo". Também nunca mais tive notícias dele. Um abraço


24/04/2010 Ramos SO REF - - de Tijucas SC
Olá, José Gama! ... São esses mesmos, eram irmãos sim. Grato pela informação. Um grd abraço . Ramos


24/04/2010 ELIPHAS LEVI MACHADO DE MATTOS - - de Iguaba Grande
CARÍSSIMO GERSON CRIS.
OBRIGADÃO PELA INFORMAÇÃO. OS DADOS SÃO ESTES MESMOS E NO PROXIMO DOMINGO, ESTAREI LIGANDO PRA ELE.
E NOS 'REENCONTRANDO', JÁ QUE N]AO O VEJO DESDE 1991, QUANDO NOS FORMAMOS NO EAOF 91..
GRATO E DEPOIS, ME INFORME QUAL É A SUA TURMA, E OUTROS DADOS QUE TAIS.

ELIPHAS MATTOS


23/04/2010 Correção de texto - - de Belém-PA
onde está .....quando Amaral..... leia-se.... quanto ao Amaral.

José Gama (CMU) - Charlie Mike Uniform


23/04/2010 Notícia de Colegas para o SO Ramos - - de Belém-PA
Prezado SO Ramos --SDS

Caso Amaral e Magalhães tivessem sido RT TE, eles eram irmãos e o segundo, que era meu amigo dileto, faleceu há cerca de uns 3 anos atrás e quando ao Amaral, não tivemos mais notícias dele. Abrs

José Gama


23/04/2010 RENE - - de Rio de Janeiro
ALGUEM TEM NOTÍCIAS DO FERREIRA FILHO, NOBRE INFANTE INTEGRANTE DO NUISO, E COMO ENGENHEIRO FOI ASSESSOR DO CEL OTOMAR NA COMARA?
GOSTARIA DE VE-LO NO ENCONTRÃO, AMIGÃO


23/04/2010 René - - de Rio de Janeiro
Valeu, Dr Nelsinho.
Vamos MAIS AINDA VALORIZAR o evento que o Nobre Comandante da Espaer está prá nós disponibilizando..
Antigões Gama (até agora o mais antigo e longinquo VE contatado ) , Norival, Jorge, Mario Cajarana, Tomioka, Dr Mario Amaro, Levi, Henricão, Leandro,Valdir, Ariomar, , Santos, Ronildo Farias, Pedro Lopes, Custódio, Amorim, Gonçalves, e todos os outros de igual consideração, estamos no aguardo.
E que tal mais uma alvorada festiva?
ATENÇÃO PARA A CHAMADA GERAL, SERÁ EM BREVE AQUI APRESENTADA pelo COMPANHEIRO Kiosuke Tomioka.


23/04/2010 Nelson de Almeida Lopes - - de Iguaba Grande - RJ
Amigo Renê: Valeu o esforço do companheiro para mobilizar o pessoal da "Vermelhinha/64". Um abraço. Nelsinho 64/023. PS: reserve uma camisa polo vermelha tamanho P.


23/04/2010 Ramos SO REF - - de Tijucas SC
NPV SBBR - Ex integrantes dos anos 59/60, gostaria de receber notícias de todos, mesmo os que já não estão entre nós. Lembro-me o nome de alguns : Edson, Ivan, Dário (falecido) , Barbosa, 1S Lucas, Magalhaes, Amaral, SO Miranda, e muitos outros (perdoem o esquecimento . Wilson N. Ramos - BKU


23/04/2010 Petrocchi SO Ref - - de Florianópolis
SOBRE OUVIDORIAS NAS UNIDADES DE SAÚDE DAS FFAA.

Sou sabedor de que algumas OM já possuem ouvidoria para suas áreas de saúde – veio-me a idéia ao ler o folder da que existe em Guaratinguetá, na EEAR. Não ouso ser original na idéia, apenas penso que a mesma pode funcionar de uma maneira que nos dê a segurança de que a coisa será de conhecimento daqueles que detém o poder de solucionar o problema.
No universo militar algumas expressões são muito utilizadas para falar sobre as coisas que acontecem intramuros. Uma delas, o “sexto despacho”, com o duplo sentido para “despacho para o cesto”, ironiza a situação de que, após o militar entrar com o documento acerca do que a ele interessa, o papel vai para o cesto do lixo. Ou é colocado abaixo de uma pilha de papéis ou no fundo de uma gaveta.
A novidade do que sugeri no post anterior seria a existência de três vias do documento. Uma em posse do interessado, uma encaminhada à DIRSA e outra ficaria na unidade que a recebesse. Essa providência, caso tomada, asseguraria que os três níveis envolvidos pelo problema teriam conhecimento do mesmo. É como um simples requerimento entregue no setor de pessoal. Devidamente protocolado, o documento teria prazo para seu encaminhamento e para a resposta ao questionamento. Ou para o agradecimento à sugestão.
Não podemos é ficar pensando que as coisas, depois de notificadas, seguirão rapidamente o seu curso. Outros assuntos podem ser, intramuros, julgados mais importantes. Mas no nosso caso é a saúde que vem em primeiro lugar. Ainda somos parte das corporações e elas têm obrigações para conosco. Repetindo o que disse no post anterior que nem toda a extensão do problema é de conhecimento pleno daqueles que podem saná-lo. A delegação de competência, institucional no caso da cadeia de comando, pressupõe que tudo será resolvido na esfera à qual estará afeta a situação. Será que acontece assim?
Embora não retire um milímetro da força de vontade que tenho ao tentar achar meios de solucionar um ou outro problema, gostaria de ver mais gente sugerindo coisas. A nossa turma anda meio que “em cima do muro” ou “sobre a ponte, vendo correr as águas do rio, deixando como está para ver como é que fica. Se não nos mexermos – e é obrigação nossa, sim, dificilmente acontecerão as melhorias que almejamos. Falamos sempre que os inativos (detesto esta palavra) e as pensionistas são esquecidos, colocados em segundo plano. Mas, se não nos mostrarmos, como e quando seremos vistos? A ironia que possa ser empregada para pedir, sugerir ou questionar, pode atrapalhar o resultado final. De vez em quando uma dose de seriedade ajuda muito. Afinal de contas, nossa carreira na caserna sempre teve uma necessidade de procedimentos responsáveis e, pelo menos em tese, somos cônscios de que, quando tratamos de assuntos que envolvem outras pessoas, essa seja a atitude esperada (e cumprida).
Repito que não sou abalado por inúteis tentativas de afastar-me das coisas às quais me proponho. Sempre que coloco alguma coisa nos nossos sites faço-o por ter sabido que existe um ou outro colega com problema, discuto bastante com os bons amigos que tenho e faço o que a sociedade (ou o nosso universo militar não é uma SOCIEDADE?) espera de um cidadão preocupado com o meio no qual vive. Todos nós temos um papel a cumprir e, em isto não acontecendo, pode ser que um percalço venha a atrapalhar nossa caminhada no futuro.
Assim, com as pedras das quais disponho (pedras = palavras) vou tentando pavimentar o caminho que tenho que percorrer e o faço com o pensamento de que não serei o único a percorrê-lo. Gosto de saber que terei agradáveis companhias na caminhada.
A sua, por exemplo.
Abraços.
Petrocchi


 
   
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