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| 02/04/2010 |
Jorge Luiz DIAS SACRAMENTO -
jorgedias-rosa@oi.com.br - de Manaus |
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Estive presente a solenidade dos 40 anos da BAMN e 7/9º GAV, foi muito emocionante rever os companheiros, vieram muitos ex comandantes, etc, foi colocado um C-115 Búfalo ao lado do prédio do comando, como memória pelos serviços prestados, por essa aeronave. e o SO R/R VO Flavio SIQUEIRA (Cabeção), foi homenageado por ser o militar mais voado nesta aeronave + - 7.000h . |
| 01/04/2010 |
NATHAN -
manoelflorencio@ig.com.br - de Rio de Janeiro-RJ |
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Passei para assinar o livro e desejar a todos uma Feliz Páscoa, em especial os companheiros da 131ª Turma de julho/1959 e o pessoal do CIEH em Santos-SP! |
| 01/04/2010 |
Gersoncris -
criscuolo4@uol.com.br - de S.Paulo |
Senhora LUCIANA X Wilson José Romão
Encontrei dois no Brasil- Leia Abaixo na cola.
Wilson José Romão Tel: (21) 2492-7786 begin_of_the_skype_highlighting (21) 2492-7786 end_of_the_skype_highlighting mais telefones
Av Afonso Taunay, 116 ap 102
Barra da Tijuca - Rio de Janeiro - RJ - CEP: 22621-310
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Wilson José Romão Tel: (82) 3344-1411 begin_of_the_skype_highlighting (82) 3344-1411 end_of_the_skype_highlighting
Rua B 51 - Cj Benedito Bentes I, 408 qd B51
Benedito Bentes - Maceió - AL - CEP: 57084-040
mapa | +info | torpedo
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| 01/04/2010 |
RENÉ-RIO -
lanteborda@gmail.com - de ILHA- RJ |
FELIZ PASCOA, RESERVONAUTAS.
E ATENÇÃO, JULHO ESTÁ CHEGANDO,
INACIO, GARANTE MEU ESPAÇO NO "FANTASMA DA ILHA"! ! ! |
| 01/04/2010 |
Petrocchi SO Ref -
petrocchi@ig.com.br - de Florianópolis |
Procurando saber os direitos que tem um colega que ainda está na ativa – está em tratamento de saúde há três anos e seu caso parece de difícil solução, ou seja, acredito que teria que ser reformado, andei esbarrando em algumas legislações que, na minha maneira de ver, não anda sendo observada e nem cumprida.
No caso do colega em questão, nesse tempo todo que está durando sua doença a família está gastando o que pode e o que não pode e nem sequer existe um diagnóstico conclusivo acerca do mal que o acomete. Tenho a certeza de que se houver um cuidado mais acentuado e os responsáveis funcionais pelo militar em questão se empenharem na busca de soluções para o mesmo, a coisa já teria um desfecho mais próximo. Existe, acredito, uma certa dose de excesso de zelo quando se trata de reformar o militar. Excesso porque a assinatura de um laudo que permita essa possibilidade pressupõe futuros questionamentos a respeito do mesmo.
Preocupa-me, assim, a situação daquele colega.
Mas, como disse no primeiro parágrafo, alguma coisa não está encaixando no processo que trata do assunto Reforma com Remuneração em Posto Acima. A legislação que disso trata prevê que a iniciativa a respeito dessa mudança deve partir do interessado. Aí reside o problema. Talvez (acredito que certamente) por causa do desconhecimento a respeito dos seus direitos, o militar ou sua beneficiária, no impedimento daquele, essa providência não é levada a termo.
Se tivéssemos uma legislação mais avançada para os militares (estamos engatinhando nesse quesito), essa providência deveria partir da área médica, assim que fosse constatado o problema. Isso, sim, seria cuidar da nossa gente. Uma parte infinitesimal do nosso pessoal conhece a Informação COJAER N548/02 (AOS MILITARES REFORMADOS POR IDADE LIMITE). Eu mesmo – e olha que pesquiso, só fiquei sabendo dela agora. Como trabalho com pessoal da Marinha e do Exército aqui na ASMIR-SC, também pesquisei a respeito deles e os direitos são os mesmos. A Portaria Normativa 1174MD de 06 de setembro de 2006, que traz as normas para avaliação das doenças incapacitantes é o ponto de partida para o conhecimento a respeito do assunto. Abram a página www.dirsa.aer.mil.br/html/JSS/js06.htm e vejam a referência à Informação COJAER antes citada. Consultem, também, o que traz o endereço www.jusbrasil,com.br/jurisprudencia/1545082/apelacao-civel.... No site do exército HTTP://dcip.dgp.eb.mil.br vejam as informações para o pessoal daquela força. Vejam também o parecer nº 07/2006 Consultoria-Adjunta sobre militar da Marinha no site https://www.sipm.mar.mil.br/upload/arquivos/documentos/43a4b8f96b752cafc4d9ba2a90673b71ConcessaoMelhoriaReforma_Parecer_7_2006.pdf.
Em suma, tais legislações dizem que o militar depois de reformado por idade limite na reserva, se for acometido de doença incapacitante, terá direito à reforma com remuneração de grau hierárquico imediato . De acordo com o art 110 do Estatuto dos Militares, § 2º Considera-se, para efeito deste artigo, grau hierárquico imediato: o de Primeiro-Tenente, para Guarda-Marinha, Aspirante-a-Oficial e Suboficial ou Subtenente.
Sugiro, para que possamos passar àqueles que estejam necessitando de orientações a respeito da matéria, quem tiver informações que possam ser úteis na busca desses direitos tornem-nas conhecidas, para que possamos cumprir com a nossa obrigação de ajudar aos que são nossos companheiros.
Predisponho-me a compilar tudo e dar amplo conhecimento à nossa gente.
Aguardando sua ajuda
Abraços.
Petrocchi SO Ref
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| 01/04/2010 |
José Luiz da Silva -
jolusof@oi.com.br - de Rio de Janeiro |
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Tem um amigo aki no bairro que diz que é da turma 122 , êle é o Sgt ou So Mav Orlando de Paiva , deve ter mais um nome na parada , mas não me lembro . Se tiver alguém que saiba , é só me avisar . |
| 31/03/2010 |
Reginaldo Marcelino da Silva -
reginaldo_ms21@yahoo.com.br - de Recife |
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Oi. Jorge dos Passos Carreiro é uma satisfação descobrir os colegas de turma através do Reservaer.Você está com boa memória. Não me lembrava desse detalhe dos números 4 e 9. Espero encontra-lhe na EEAer., no próximo encontro. Alias é o primeiro que participo.Um abraço. |
| 31/03/2010 |
Petrocchi SO Ref -
petrocchi@ig.com.br - de Florrianópolis |
Lembram-se de 31 de março de 64?
Com 19 anos estava na 4ª série do curso de RT-TE na EEAer. Preocupado com as provas que significavam o fim da minha estada em Guaratinguetá, estranhei um pouco a movimentação de alguns colegas (na época eram cabos antigos que estavam também fazendo o curso na Escola) que estavam tentando sintonizar estações de rádio do Rio Grande do Sul naqueles primeiros rádios portáteis que estavam aparecendo. É a lembrança mais nítida que tenho daqueles dias.
A partir dali começaram a surgir escalas de guarda em vários pontos da Escola, principalmente nas vilas residenciais – prevenção contra um possível envenenamento das caixas d’água, e lugares julgados sensíveis pela área de segurança da EEAer. Tirei meus quartos de hora (nem me lembro se foram muitos ou poucos) onde era escalado e, assim foi até 20 de julho, dia da formatura.
Escolhi o 2º ECA em na Base Aérea de Gravataí, como era chamada a Base de Canoas. Ali, onde as ações da Revolução fizeram um importante palco, estavam em curso diversas investigações internas para a apuração da atuação de cada um dos militares que lá estavam servindo. Ainda sem entender muito do que estava acontecendo nós, os colegas que estávamos recém-chegados, começamos a parte profissional da nossa carreira. Passamos por muitas prontidões e estados de alerta.
Mas a vida seguiu.
Com o tempo, passamos a entender um pouco do que tinha acontecido. Focados na carreira, entretanto, seguíamos cumprindo nossas missões, fazendo o nosso trabalho. Acompanhamos, nessa primeira fase de vida adulta, a nova realidade que o Brasil vivia. Envolvidos com o nosso crescimento profissional, sem saber estávamos também nos encaixando no universo de cidadãos que fazem o país. O lado que havíamos escolhido foi aquele e não tínhamos porque deles nos afastarmos. Não me arrependo e creio que os colegas que comigo ali chegaram pensam da mesma maneira. Lá fiquei até 1985 quando fui convidado para servir no antigo EMFA e depois na Presidência. Foi bom conhecer essa outra Aeronáutica, a que participa das decisões.
De lá para cá as coisas mudaram muito. Os valores cidadãos mudaram. Por exemplo: em todas as reuniões em eventos militares que compareço, seja na Base Aérea de Florianópolis ou nas outras OM’s locais, pergunto aos civis presentes quando foi a última vez que ouviram a palavra PATRIOTISMO. Ninguém tem nem idéia a respeito. A palavra, em desuso, parece que está entrando em fase de extinção. Mas o pior é que carrega o próprio sentimento que ela exprime nessa caminhada ladeira abaixo. Já não se pensa em termos de Brasil, de terra nossa. O que se vê aos montes, por aí, são pessoas tentando se arrumar, seja por que meio for. Em detrimento de quem? Do nosso povo, é lógico. Que, a cada dia, é alvo de propagandas fantasiosas, de engodos vis.
Mas mantenho ainda a minha certeza de que, um dia, as coisas possam voltar aos trilhos. Temos que passar pelas coisas atuais para saber como é que funciona o complicado mundo da política. Há de aparecer alguém bem intencionado, com olhos exclusivamente para o Brasil enquanto Nação. Que possa conduzir a nossa gente com o desprendimento que se espera do verdadeiro amor pelo nosso País, sem pensar na projeção pessoal ou no proveito próprio.
Quando esse dia chegar, posso até começar a acreditar que DEUS é BRASILEIRO.
Abraços.
Petrocchi
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| 30/03/2010 |
ANDRELINO MENDES - SO INF AER RF -
andrelinomendes@ig.com.br - de GUARATINGUETÁ-SP |
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Fazendo uma visita no RESERVAER, li que o Ten Cel Inf Carlos Helmond (RJ) quer saber notícias do Ten Cel Inf Luiz Gonzaga de Paula. Servi com o mesmo quando ele era Ten na AFA e depois como Maj Cmt do Binfa aqui na EEAR. O Cel Gonzaga reside aqui em Guaratinguetá, está bem de saúde e tem uma Imobiliária com os filhos. |
| 30/03/2010 |
NATHAN -
manoelflorencio@ig.com.br - de Rio de Janeiro-RJ |
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Passei para assinar o livro e desejar uma Boa Noite e Feliz Páscoa a todos, em especial os companheiros da 131ª Turma - julho/1959! |
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